quarta-feira, 22 de setembro de 2010

CRONOGRAMA PROVISÓRIO (TURMA DE QUARTA 14h-17h)

ATENÇÃO: Este é um cronograma provisório de nosso trabalho de realização em vídeo. Está sujeito a mudanças em função do projeto definido. Discutimos isso em aula. Peço que todos compareçam à aula semana que vem. NA SEMANA QUE VEM TEMOS DE DEFINIR O PROJETO DO VÍDEO!

22/9 atendimento / discussão de projetos
29/9 brainstorming e decisao de projeto
6/10 produçao roteiro
13/10 produçao roteiro
20/10 finalizar roteiro
27/10 reuniao de produçao/funçoes
3/11 reuniao de produçao
10/11 filmagem
17/11 filmagem
24/11 finalizaçao
1/12 finalizaçao
8/12 finalizaçao

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Doc Comparato explica a arte de escrever roteiros e revela os filmes de que mais gostou até hoje

Por Kelly de Souza
Revista da Cultura, ed. 30, jan 2010, disponível em http://www.revistadacultura.com.br:8090/revista/rc30/index2.asp?page=meus_dvds

A arte de contar histórias começou com a própria humanidade. Passou a existir desde o instante em que o homem iniciou a aventura do imaginar. Um exercício lúdico, tendo como fonte os limites da alma, os afetos, iras e paixões. “Somos poços de conflitos e é essa água que dá vida à dramaturgia”, é o que conta o premiado roteirista Doc Comparato no livro Da criação ao roteiro – Teoria e prática. Lançado originalmente em 1987, a nova edição (2009) foi reescrita com ampliações para os roteiristas do século 21, envolvendo assuntos como as novas mídias.

Para Doc Comparato, que roteirizou filmes como O beijo no asfalto (esgotado), O bom burguês e O cangaceiro trapalhão, a dramaturgia continua servindo às histórias, mas as ferramentas e os conceitos para colocá-las em prática mudaram. “Temos outros tipos de produtos, ganhamos um espaço cibernético e isso muda a própria linguagem dramática. É como se você substituísse um carro da década de 80 por um de 2010. São mudanças profundas para o roteirista e para o próprio roteiro. Nos últimos 40, 50 anos, saímos do rádio a válvula, do relógio cuco para o computador”, explica.

Além de pensar, fazer e aprender dramaturgia, o baixo número de roteiristas brasileiros também é um desafio. “Quantos criadores temos no Brasil? Quantos produtos de ficção existem, por exemplo, na televisão aberta? O mercado é concentrado em novelas. Se pensarmos em filmes, são quase 90% importados. O número de autores tem de crescer, porque a demanda vai ser maior. O ser humano está apenas começando a contar a sua história.”

E não é só de técnica e tecnologia que os roteiristas precisam. Para Doc Comparato, a imaginação e a criatividade continuam sendo as principais ferramentas de trabalho na dramaturgia. Ele cita sua convivência com o escritor Gabriel García Márquez, quando roteirizaram a minissérie Me alugo para sonhar. A experiência foi contada num capítulo do livro Da criação ao roteiro. “Dou muita importância à criatividade. Me admirava ao ver como Gabo é rápido, criativo”, conclui. A seguir, Doc Comparato revela os filmes cujos roteiros o marcaram. ©

Blog da Cultura 7.1.2010
Continuação da entrevista com Doc Comparato
Por Kelly de Souza
http://cultura.updateordie.com/2010/01/07/doc-comparato-explica-a-arte-de-escrever-roteiros/

A arte de contar histórias começou com a própria humanidade. Passou a existir desde o instante em que o homem iniciou a aventura do imaginar. Um exercício lúdico, tendo como fonte os limites da alma, os afetos, iras e paixões. “Somos poços de conflitos e é essa água que dá vida à dramaturgia”, é o que conta o premiado roteirista Doc Comparato no livro “Da criação ao roteiro – Teoria e Prática”. Lançado originalmente em 1987, a nova edição (Summus Editorial, 2009) foi completamente reescrita com ampliações para os roteiristas do século 21, envolvendo assuntos como as novas mídias. Dividida em 15 capítulos, a obra aborda desde os primeiros apontamentos até o roteiro final, passando por tópicos como conflito, personagem, ação, tempo e unidade dramáticos.
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Para Doc Comparato, que roteirizou filmes como O beijo no asfalto, O bom burguês e O cangaceiro trapalhão, a dramaturgia continua servindo às histórias, mas as ferramentas e os conceitos para colocá-las em prática mudaram. Na edição deste mês da Revista da Cultura, ele revelou os filmes cujos roteiros marcaram sua trajetória pessoal e profissional (leia aqui). Abaixo, acompanhe a entrevista completa.
Continue lendo:
Depois de uma longa temporada na Europa, você voltou com a meta de reescrever a obra que se tornou referência para muitos roteiristas. A arte de escrever roteiro mudou? Os conceitos são completamente novos, os formatos são diferentes. Temos outros tipos de produtos, ganhamos um espaço cibernético e isso muda a própria linguagem dramática. É preciso pensar que estamos contando uma história para o terceiro milênio. É como se você substituísse um carro da década de 80 por um de 2010. São mudanças profundas para o roteirista e para o próprio roteiro. Nos últimos 40, 50 anos, saímos do rádio a válvula, do relógio cuco para o computador.
Neste cenário, como está o mercado para roteiristas no Brasil? Não estamos legal porque o mercado é muito concentrado, sempre com o mesmo tipo de produto. Mesmo com quase 200 milhões de habitantes não temos uma grande produção brasileira que poderia ter um campo profissional muito maior.
Essa concentração inibe a formação de novos profissionais? Há déficit? Quantos criadores nós temos no Brasil? Quantos produtos de ficção existem, por exemplo, na televisão aberta? O mercado é concentrado em novelas. Se pensarmos em filmes, são quase 90% importados. O número de autores tem de crescer, porque a demanda vai ser maior. O ser humano está apenas começando a contar a sua história. Hoje, são poucas vozes então o nível de comunicação ficcional e imaginativo é baixo.
Ao que você atribui essa realidade? Temos poucos criadores por habitante talvez porque isso não seja prioridade… O problema é mundial, mas, têm países que são melhores, são mais protegidos. A Europa é bem protegida, os americanos são bem sindicalizados. Tanto que os roteiristas de lá chegaram a entrar em greve e pararam tudo. Isso sem falar da pirataria, que é um problema no mundo todo. Minhas obras de 86, 87 foram todas pirateadas, em diferentes línguas. Então a luta do artista é imensa.
Em “Da criação ao roteiro”, você apresenta conceitos para escrever para televisão e cinema. É possível formar um roteirista em sala de aula? O livro trata dos tipos de diálogo, da estrutura dramática, da filosofia da ideia e das qualidades criativas necessárias ao roteirista do século XXI. Mas, não é só de técnica e tecnologia que os roteiristas precisam. A imaginação e a criatividade continuam sendo as principais ferramentas de trabalho na dramaturgia.
Falando em criatividade, você abriu um capítulo especial (Diário secreto, conselho e epitáfio para um roteirista) contando os dias em que trabalhou ao lado de Gabriel García Márquez, na produção da minissérie “Me Alugo para Sonhar”, na década de 80. Como foi esse encontro? Dou muita importância à imaginação e a criatividade. Acredito que é preciso sair daquele conceito norte-americano. É preciso trazer coisas novas. E esse encontro, meu deus! Moramos na mesma casa por três meses, em Moscou, Paris, Barcelona, México, Cuba. Me admirava ver como Gabo é rápido e criativo. Ás vezes era preciso colocar um freio nele senão não dava para acompanhar. Quando estávamos pensando em colocar em prática uma ideia ele já vinha com outras três!
Na nova edição do livro também inclui “Roteiros para novas mídias”, em que você apresenta os caminhos possíveis da ficção cibernética. Como você vê essa onda de produção na rede? Nem tudo o que está na rede serve. Quer um exemplo? Quando a gente compara com os blogs e os diários, que sempre existiram, não podemos dizer que todos vão virar livros. Essa abertura não quer dizer que esses vídeos serão profissionalizados. É preciso de mais profissionais, portanto, apenas com uma parte isso vai acontecer. Mas, o que não se pode deixar ter em mente é que, mesmo nessa era cibernética, a sociedade sempre precisará do artista para dar uma linguagem imaginativa à figura do homem, senão ficaremos presos apenas à tecnologia, ao nada. O futuro nos permite conceber uma interação ficcional entre palavra e imagem. Assim retornamos aos fundamentos da dramaturgia. O homem em ação despindo suas emoções.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

AULA AMANHÃ

Amanhã (quarta 8/9) não estarei com vcs mas, conforme combinado, o monitor da disciplina "Vídeo Instrumental", Rafael Roque Leite, vai passar o making-of do filme "Meu Tio Matou um Cara", às 15h. O making-of tem cerca de meia hora e passa detalhes sobre o esquema de produção de um longa profissional. Semana que vem nos vemos. Abs!

domingo, 8 de agosto de 2010

ATENÇÃO ALUNOS DE VÍDEO INSTRUMENTAL

DIAS 10/8 (TERÇA) E 11/8 (QUARTA) NÃO HAVERA AULA PORQUE ESTOU EM SÃO PAULO FAZENDO TRATAMENTO DE SAÚDE. DIA 17/8 (TERÇA) TAMBÉM NÃO PODEREI COMPARECER PELO MESMO MOTIVO, MAS A TURMA DEVE ASSISTIR, EM HORÁRIO DE AULA, AO MAKING-OF DO FILME MEU TIO MATOU UM CARA, EXIBIDO PELO PROF. SÉRGIO PUCCINI. MAIORES INFORMAÇÕES, A EMENTA DA DISCIPLINA “VÍDEO INSTRUMENTAL” E INSTRUÇÕES SOBRE O CURSO PODEM SER AVERIGUADAS NESTE BLOG. SUJEITA A ALGUMAS ADAPTAÇÕES NO DECORRER DO CURSO, A EMENTA INDICA O CONTEÚDO, A BIBLIOGRAFIA QUE VAMOS UTILIZAR E, EM ALGUNS CASOS, COMO OBTER ITENS NA WEB. A MAIORIA DOS TEXTOS ESTÁ DISPONÍVEL PARA DOWNLOAD EM ENDEREÇO INDICADO, NO www.4shared.com (BASTA FAZER UMA BUSCA E BAIXAR) OU NO XEROX. ATÉ ENTÃO O XEROX UTILIZADO ERA O DA FACULDADE DE ENGENHARIA E ARQUITETURA (HÁ UMA PASTA "VÍDEO INSTRUMENTAL" EM MEU NOME LÁ). FAREI ATUALIZAÇÃO DESSA PASTA ASSIM QUE COMEÇARMOS AS AULAS. POSSIVELMENTE ABRIREI A MESMA PASTA EM XEROX NO IAD. QUAISQUER DÚVIDAS SOBRE LOCALIZAÇÃO DA BIBLIOGRAFIA EM XEROX, DINÂMICA DAS AULAS, AVALIAÇÃO, ETC. PODE SER DISCUTIDA EM NOSSO PRIMEIRO ENCONTRO.
ATENCIOSAMENTE,

PROF. ALFREDO SUPPIA

EMENTA E PROGRAMA DA DISCIPLINA - 2o SEM/2010

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Tópicos:

1. linguagem audiovisual
2. roteiro: teoria e prática
3. cinema documentário: especificidades
4. cinema digital: especificidades
5. funções na realização em cinema e vídeo
6. pré-produção
7. produção
8. filmagem/gravação: direção de câmera (setup), mise-en-scène, direção de atores.
9. pós-produção e finalização.
10. montagem/edição

AULAS TEÓRICAS 15h

1ª semana:
apresentação do curso; proposta de trabalho.
Making-of Meu Tio Matou um Cara (dir. Jorge Furtado, 2005)

2a semana:
linguagem audiovisual (decupagem): enquadramentos, angulações e movimentos. Exercícios.
Filmografia: Nada Consta, O Ator, Os Pássaros, Funeral, Invasión

3ª semana:
técnicas de redação de roteiro; etapas do roteiro: história pregressa, fichas biográficas, storyline, argumento, escaleta, roteiro. Formatação de roteiro; roteiro literário; roteiro TV e roteiro americano (master scenes). Storyboard e animatic; roteiro técnico. Celtx e Final Draft
Filmografia: Esconde-Esconde, O Dia em que Dorival Encarou a Guarda, Barbosa, Cantada, O Ator,

4a semana:
cinema documentário - especificidades
roteiro para documentário; produção para documentária; a filmagem/gravação documentária
Definição dos GRUPOS
Encomenda de ARGUMENTOS
Filmografia: El Bar del Cuchillo, Homeless God, Eles não vão à Daslú, 9 Segundos e 27 Frames, O Sanduíche

5ª semana:
cinema digital - especificidades
Os princípios da produção da imagem no cinema tradicional e no cinema digital
Filmografia: videoclipes Don’t stand so close to me (Police); documentário A Tecnologia dos Anos 80
PIONEIROS DO CINEMA DIGITAL
Animação: Clóvis Vieira (Cassiopéia, 1996) e John Lasseter (Toy Story, 1995) Depoimento de Clóvis Vieira
Mike Figgis e Time Code (1999)
Lev Manovich e Soft Cinema

AULAS PRÁTICAS 30h

6ª semana:
Definição das equipes; distribuição de funções; instruções de produção: procedimentos, formulários, documentos, planilhas.

7ª semana: finalização dos ARGUMENTOS; elaboração dos ROTEIROS

8ª semana: elaboração dos ROTEIROS

9ª semana: entrega dos ROTEIROS e PRODUÇÃO

10ª semana: PRODUÇÃO

11ª semana: GRAVAÇÃO

12ª semana: GRAVAÇÃO

13ª semana: EDIÇÃO

14ª semana: EDIÇÃO

15ª semana: ENTREGA DOS VÍDEOS FINALIZADOS. Exibição e debate.


METODOLOGIA DE ENSINO:

Aulas teóricas, introdutórias, ilustradas por filmografia/videografia pertinente. Aulas práticas, em estúdio e locação. Aulas práticas em laboratório.

ATIVIDADES DISCENTES
Elaboração e apresentação de seminários temáticos em horário de aula.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
2 notas:
1 roteiro produzido em grupo
1 vídeo produzido, realizado e finalizado em grupo

SERÃO CONSIDERADOS COMO CRITÉRIOS DE DESEMPENHO: aplicação e compreensão da bibliografia recomendada, aplicação e compreensão de bibliografia complementar fruto de pesquisa do aluno.

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA

ALEA, Tomás Guitierrez. Dialética do Espectador. São Paulo: Summus, 1984.
ANG, Tom. Vídeo Digital: Uma introdução. São Paulo: SENAC, 2007

ARMES, Roy. On Video: O significado do vídeo nos meios de comunicação. São Paulo: Summus, 1999, 2ª Ed.
ASCHER, Steven e PINCUS, Edward. The Filmmaker’s Handbook: A comprehensive guide for the digital age. New York: Plume, 2008.
AUMONT, Jacques. O cinema e a encenação. Lisboa, Editora Texto & Gráfica, 2008.
BATEMAN, Chris (Ed.). Game Writing: Narrative Skills for Videogames. Boston: Cengage, 2007.
BAYÃO. Luiz Gustavo. Escrevendo Curtas: Uma introdução à linguagem cinematográfica do curta-metragem. Rio de Janeiro: L. G. Bayão, 2002.
BERGSTRÖM, Bo. Fundamentos da Comunicação Visual. São Paulo: Rosari, 2009.
BORDWELL, David. Figuras traçadas na luz: a encenação no cinema. Campinas, Editora Papirus, 2008.
BORDWELL, David e THOMPSON, Kristin. Film Art: An Introduction. New York: McGrawHill, 1993, 4a ed.
BOGDANOVICH, Peter. Afinal, quem faz os filmes? São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
COPE, Peter. Digital Home Movie Making. New York: McGraw-Hill, 2007.
COSTA, Antonio. Compreender o Cinema. Rio de Janeiro: Globo, 1989.
DA-RIN, Silvio. Espelho Partido: tradição e transformação do documentário. Rio de
Janeiro, Editora Azougue, 2004.
EDGAR-HUNT, Robert. Directing Fiction. Lausanne: AVA, 2010.
FIELD, Syd. Manual do Roteiro. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995.
FIGGIS, Mike. Digital Filmmaking. New York: Faber and Faber, 2007.
GABRIEL, Karlo. Miniguia Claro Curtas: Orientação para a produção de vídeos de curtíssima metragem. São Paulo: Instituto Claro, 2009.
GAGE, Leighton D. e MEYER, Cláudio. O Filme Publicitário. São Paulo: SSC&B – Lintas Brasil, 1985.
GERBASE, Carlos. Cinema – Direção de atores. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2003.
GLYNNE, Andy. Documentaries... and how to make them. Harpenden: Kamera Books, 2008.
GOSCIOLA, Vicente. Roteiro para as novas mídias. São Paulo: Senac São Paulo, 2003.
LUMET, Sidney. Fazendo filmes. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
MACIEL, Luiz Carlos. O Poder do Clímax: Fundamentos do roteiro de cinema e TV. Rio de Janeiro: Record, 2003.
MAMET, David. Sobre direção de cinema. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
MANOVICH, Lev. The Language of New Media. Cambridge , Mass. and London : The MIT Press, 2001.
MARNER, Terence St. John. A Realização Cinematográfica. Lisboa: Edições 70, [s.d.]
MARQUES, Aída. Idéias em movimento – Produzindo e realizando filmes no Brasil.
Rio de Janeiro: Rocco, 2007.
MARTIN, Marcel. A Linguagem Cinematográfica. São Paulo: Brasiliense, 2007.
MASCARELLO, Fernando (org.) História do Cinema Mundial. Campinas: Papirus, 2008.
MEDEIROS, Fernando A. Adobe Première Pro 1.5 edição de vídeo – Referência rápida. Rio de Janeiro: Ed. Ciência Moderna, 2007.
MOLETTA, Alex. Criação de Curta-Metragem em Vídeo Digital. São Paulo: Summus, 2009.
MOSS, Hugo. Como Formatar o seu Roteiro: Um pequeno guia de Master Scenes. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2002.
MUSBURGER, Robert. Roteiro para Mídia Eletrônica. São Paulo: Campus, 2008.
NEWTON, Dale e GASPARD, John. Digital Filmmaking 101: An essential guide to producing low-budget movies. Studio City: Michael Wiese, 2007, 2nd ed.
PATMORE, Chris. Movie Making Course. London: Quarto, 2005.
PRAMAGGIORE, Maria e WALLIS, Tom. Film: A Critical Introduction. London: Laurence King, 2005.
PUCCINI, Sérgio. Roteiro de Documentário: Da pré-produção à pós-produção. Campinas: Papirus, 2009.
ROBERTS-BRESLIN, Jan. Produção de Imagem e Som. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
RABIGER, Michel. Direção de Cinema. Rio de Janeiro, Editora Campus, 2007.
RAMOS, Fernão. Mas Afinal... O que é mesmo Documentário? São Paulo: SENAC, 2008.
RODRIGUES, Chris. O Cinema e a Produção. Rio de Janeiro: Faperj/DP&A, 2002.
VÁRIOS. Desvendando o áudio e vídeo digital. São Paulo: Digerati, 2004.
XAVIER, Ismail. O Discurso Cinematográfico: A Opacidade e a Transparência. São Paulo: Paz e Terra, 2005.
--------------------. O Cinema Brasileiro Moderno. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2001.
VOOGEL, Emile e KEYZER, Peter. Cine: 200 consejos prácticos. Barcelona: Parramón, 1980.
WATTS, Harris. On camera: o curso de produção de cinema e vídeo da BBC. 2 ed.
São Paulo: Summus, 1990.
YOUNG, Rick. The Focal Easy Guide to Final Cut Pro 6. Oxford: Focal Press, 2008.


COMPLEMENTAR

ARISTARCO, Guido e Teresa. O Novo Mundo das Imagens Electrónicas. Lisboa: Edições 70, 1985.
BENTES, Ivana (org.). Ecos do cinema: de Lumière ao digital. Editora UFRJ. Rio de Janeiro. 2007.
CROCOMO. Fernando. TV Digital e Produção Interativa: A comunidade manda notícias. Florianópolis: Ed. UFSC, 2007.
CRUZ, Renato. TV Digital no Brasil: Tecnologia versus Política. SãoPaulo: SENAC, 2008.
HANSON, Matt. The End of Celluloid: Film Futures in the Digital Age. Hove: RotoVision, 2004
LUCA, Luiz Gonzaga de Assis de. Cinema Digital: Um novo cinema? São Paulo: Imprensa Oficial/Fundação Padre Anchieta, 2004.
MACHADO, Arlindo. “As imagens técnicas: da fotografia à síntese numérica”. Imagens, n. 3, dez/1994. Campinas: Ed. Da Unicamp, 1994, pp. 9-14.
JENKINS, Henry. The Work of Theory in the Age of Digital Transformation. MILLER, Toby and STAM, Robert (eds.) A Companion to Film Theory. Malden: Blackwell, 2004, pp. 234-61.
TARKOVSKI, Andrei. Esculpir o Tempo. São Paulo, Martins Fontes, 1990.
TORMANN, Jamile. Caderno de Iluminação: Arte e Ciência. Rio de Janeiro: Música Tecnologia, 2006.
VIVEIROS, Paulo. A Imagem do Cinema: História, Teoria e Estética. Lisboa: Edições Universitárias Lusófonas, 2005, 2ª ed.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

avaliação da disciplina / Honórios

Oi pessoal. O Lucas me enviou uma edição provisória do vídeo, disponível no YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=PQoCw_jLAxY. Fiz as seguintes observações:

Observações quanto à edição de Honórios:

1. ruído de fundo (BG): tentar reduzir um pouco, na medida do possível, e mantê-lo nos detalhes do relógio. O tic-tac pode sobressair, mas o BG deve continuar (embora esteja muito alto, como no plano da mesa, câmera por fora da janela).
2. aquela fala: “você está esperando alguém?”, saiu por que? Era boa.
3. muitos planos do relógio – não precisa tanto!
4. esticar o plano quando Honório 1 vê o Honório 2 entrar e ligar a TV – é um momento-chave que está muito curto.
5.por que a aceleração quando Honório troca de roupa e vai ao banheiro? Ao invés de acelerar, corta antes, uai. Usa jump-cut. Bom, se quiser acelera, mas aí acelera tudo mesmo nesse trecho (troca de roupa-banheiro-cama-manhã seguinte). Normaliza na cozinha, no café da manhã.
6. planos do escritório estão muito longos, sem necessidade.
7. no final, com o plano do relógio, precisa entrar uma trilha de impacto junto com os créditos.

Obs. geral: o curta todo está com problema de ritmo. Td bem, o ritmo pode variar, de mais lento a mais rápido e vice-versa, mas do jeito que está parece que o problema está na edição, que não seguiu um projeto muito claro. É preciso rever isso, ajustar bem essa montagem, o encadeamento dos planos, e acrescentar os créditos e a trilha. É preciso mais entrosamento entre os diretores e editores.

Vou lançar notas provisórias para a turma. Quando o vídeo estiver totalmente finalizado (créditos, trilhas, etc.), daí lanço as notas definitivas. Qq coisa estou online, disponível para orientação. Abs!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

ATENÇÃO ALUNOS DISCIPLINA VÍDEO INSTRUMENTAL!

Lancei notas parciais porque estou aguardando o vídeo finalizado para fechar as notas. Preciso ver o vídeo finalizado até 14/7. Sugiro que, caso a edição avance para além desta semana (sexta-feira 9/7), a versão final do vídeo seja postada no YouTube ou Vimeo com qualidade máxima, até 14/7. Uma mensagem indicando o link para visualização do trabalho deve ser encaminhada para o meu e-mail: alsuppia@gmail.com . Atenciosamente,

Alfredo Suppia

“to protect and to serve”